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Co-morbidades relacionadas à obesidade são condições de saúde que, sozinhas ou combinadas, podem reduzir de maneira significativa sua expectativa de vida.
Como se já não bastasse a obesidade ser, por si só, uma doença que precisa ser controlada e tratada com seriedade, ela também causa outras complicações à saúde.
A Obesidade ocorre quando há um excesso de gordura corporal de 20%, comparado aos níveis desejáveis de peso e altura para cada sexo. A obesidade traz problemas para a área cardíaca, devido ao acúmulo de gordura no sangue.
Co-morbidades
Doenças causadas pela Obesidade Mórbida
Veja a seguir, uma lista de algumas das co-morbidades mais comuns relacionadas à obesidade. Seu médico pode lhe fornecer uma lista mais detalhada e completa.
Câncer
Diabetes Tipo 2
Hipertensão Arterial / Cardiopatia
Osteoartrite
Apnéia do Sono / Problemas Respiratórios
Refluxo Gastroesofágico / Azia
Depressão
Infertilidade
Incontinência Urinária
Irregularidades Menstruais
Câncer
A Organização Mundial de Saúde (OMS) já confirmou:
"há uma grande relação entre o excesso de peso e o câncer".

Essa ligação existe porque as células de gordura dos obesos aumentam os níveis de insulina e estrogênio, provocando a aceleração da divisão e da reprodução das células. Quanto mais elas se duplicam, maiores as chances de se tornarem células malignas.

E são vários os tipos de câncer que acometem as pessoas obesas:
• Mama;
• Útero;
• Ovário;
• Vesícula Biliar;
• Endométrio;
• Intestino Grosso;
• Próstata;
• Cólon.
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Diabetes Tipo 2
As pessoas obesas desenvolvem uma resistência à insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue. No decorrer do tempo, o alto teor de açúcar no sangue resultante, pode causar sérios danos ao organismo.
Diabetes

Sinais e Sintomas de Diabetes:

Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:
• Muita sede;
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Perda de peso (mesmo sentindo mais fome e comendo mais do que o habitual);
• Fome exagerada;
• Visão embaçada;
• Infecções repetidas na pele ou mucosas;
• Machucados que demoram a cicatrizar;
• Fadiga (cansaço inexplicável);
• Dores nas pernas por causa da má circulação.

Em alguns casos não há sintomas. Isto ocorre com maior freqüência no diabetes tipo 2. Neste caso, a pessoa pode passar muitos meses, às vezes anos, para descobrir a doença. Os sintomas muitas vezes são vagos, como formigamento nas mãos e pés. Portanto, é importante pesquisar diabetes em todas as pessoas com mais de 40 anos de idade, principalmente se forem obesas.

O diabetes tipo 1 aparece como resultado de uma destruição das células beta produtoras de insulina por engano, pois o organismo acha que são corpos estranhos. Isso é chamado de resposta auto-imune. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças, como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide.

Os pesquisadores não sabem exatamente por que isso acontece. No diabetes, porém, encontram-se vários fatores que parecem estar ligados ao diabetes tipo 1. Entre eles incluem-se a genética, os auto-anticorpos, os vírus, o leite de vaca e os radicais livres do oxigênio.

Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.

Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é uma anomalia chamada de "resistência insulínica".

O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.

Principais Sintomas de Diabetes Tipo 2:
• Infecções freqüentes;
• Alteração visual (visão embaçada);
• Dificuldade na cicatrização de feridas;
• Formigamento nos pés;
• Furunculose.

Diferentemente do diabetes tipo 1, neste caso o diabético produz insulina, só que ela não é totalmente aproveitada pelo organismo, ocasionando o aumento elevado da glicose no sangue.

Entre as complicações que essa doença pode provocar estão:
• Cegueira;
• Infarto do miocárdio;
• Gangrena;
• Impotência sexual;
• Hipertensão arterial;
• Problemas cardiovasculares;
• Derrame cerebral;
• entre outros.

Atinge, em sua maioria pessoas:
• Com mais de 40 anos;
• Obesas;
• E que tenham parentes de primeiro grau diabéticos.

Pode matar se não for tratado.

Os sintomas do diabetes tipo 2 às vezes demoram a aparecer, por isso a importância de se realizar os exames de rotina para um diagnóstico precoce: "quanto mais cedo for descoberta, mais eficaz é o tratamento".
Diabetes
Fatores de Risco das Doenças Cardiovasculares


• O que é?
O Diabetes é a produção deficiente de insulina.

• Causas?
Muitas pessoas têm o hábito de comer por comer e não por que têm fome. Algumas pessoas, por exemplo, criaram o hábito de comer em frente à televisão ou quando chegam em casa do trabalho. Prestar atenção quando, onde e quanto comem, pois o excesso de açúcar no sangue causa acúmulo de gorduras depositando-se nas artérias provocando o diabetes.

• Descrição
O diabetes caracteriza-se pela produção deficiente de insulina. A insulina é a substância responsável pela conversão do açúcar em energia no nosso organismo.
O excesso de açúcar no sangue favorece o acúmulo de gorduras contidas na alimentação. Essas gorduras podem ser depositadas com maior facilidade na parede arterial.
O risco de diabetes é ainda maior quando associado a outros fatores como obesidade, pressão alta ou taxa de colesterol elevada.

• Tratamento
O controle de diabetes diminui o risco de entupimentos dos vasos e de infarto. Mesmo em estágios primários, deve ter acompanhamento médico, para reduzir as complicações da doença.
O corte do açúcar na alimentação é fundamental para os diabéticos.
Os carboidratos (são os açucares da alimentação) e bebidas alcoólicas também produzem açúcar e devem ser evitados.

Recomendações para uma dieta pobre em lipídios (gorduras):

  Recomendável Com moderação Não recomendável
Gorduras Todas as gorduras devem ser limitadas. Óleos e margarinas ricas em polinsaturados.
Óleos de girassol, canola, milho, soja, açafrão, oliva e algodão.
Manteiga, banha, toucinho, sebo, óleo de palmeira, óleo de coco, gorduras hidrogenadas.
Carnes Galinha (sem pele), peru, vitela, coelho, carne de caça. Carne vermelha "magra", porco e cordeiro. Gordura visível na carne, parte inferior do porco, embutidos ( salame, salsichas, bacon, presunto lingüiças, etc.), pele de aves. Vísceras ( fígado, rim, coração).
Ovos e Laticínios Leite magro 1%, queijos pobres em gordura - cotage, queijos com leite desnatado.

Clara de ovo, iogurte desnatado.
Leite semidesnatado 2%.
Queijos com 20 a 40% de gordura.
2 ovos por semana.
Creme de leite, leite condensado, nata, queijos com gordura integral, queijos cremosos, iogurtes com leite integral.
Peixes e Crustáceos Todo peixe branco, de preferência grelhados. Peixe frito em óleo adequado.
Marisco, mexilhões e camarão.
Ova de peixe.
Frutas, Verduras e Legumes Frutas: maça, laranja, bergamota, abacaxi, pera, melancia, melão, mamão, kiwi, morango, entre outras.

Verduras: todas são recomendáveis do ponto de vista de gorduras.
Abacate, frutas em calda, frutas cristalizadas. Batatas fritas e/ou assadas em gorduras sólidas, frutas secas, tipo castanhas, nozes, amendoim, amêndoas, etc.
Cereais / Pães Farinhas integrais em geral e cereais de grão integral. Farinha branca, cereais açucarados, pão branco, massas e arroz branco. Pães especiais como croissants, brioches, etc.
Sobremesas Pobres em gorduras, como gelatina, sorvetes de frutas, pudim com leite desnatado, iogurte desnatado. Bolos, massas, pudins, biscoitos e molhos feitos com óleos adequados.
Sorvete pobre em gordura.
Bolos , massas, pudins, e biscoitos feitos com gordura saturada, molhos com creme de leite ou manteiga.
Bebidas Chá, café preto, café com leite desnatado, água mineral, sucos de frutas não adoçados. Refrigerantes, bebidas maltadas pobres em gorduras. Bebidas com chocolate, sopas cremosas, cremes para café.
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Hipertensão Arterial / Cardiopatia
O peso corporal excessivo prejudica a capacidade do coração em funcionar apropriadamente.

A hipertensão arterial (pressão sanguínea alta) pode causar derrames, bem como, causar danos significativos ao coração e fígado.
Hipertensão Arterial

É a chamada pressão alta.

Não existe uma causa específica, mas acomete, em sua maioria, pessoas mais velhas, com excesso de peso, vida sedentária, que consomem sal em excesso e que têm casos na família.

Os sintomas (dor de cabeça, vertigem, visão borrada) são raros.

Geralmente a pessoa só descobre que tem a doença quando mede a pressão.

Se não for controlada, pode danificar órgãos nobres como:
Coração;
• Cérebro;
• Fígado;
Rins;
• e acelerar o processo de endurecimento e entupimento das artérias (a chamada aterosclerose).
Hipertensão

• O que é?
A hipertensão arterial é uma doença crônica degenerativa mais comum em nosso meio e a uma maior chance de desenvolver complicações, tais como *acidente vascular cerebral (derrame), *infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca.

Existem dois tipos de hipertensão arterial (HA): hipertensão primária e secundária. A HA primária caracteriza por não haver uma causa conhecida , enquanto a HA secundária, onde é possível identificar-se uma causa para a hipertensão, como por exemplo problemas renais , problemas na artéria *aorta, tumores (feocromocitoma) e algumas doenças endocrinológicas.

Todas as pessoas, mesmo que não sintam nada, devem verificar a pressão com seu médico pelo menos uma vez por ano.

* Acidente Vascular Cerebral: Também chamado de AVC ou Derrame Cerebral, corresponde ao entupimento ou ruptura de uma artéria cerebral que causa uma necrose no cérebro semelhante ao infarto no coração
* Aorta: A maior artéria do corpo. É também o nome de uma válvula do coração.
* Infarto do Miocárdio: Área do músculo cardíaco (miocárdio) que necrosou

• Causas?
É um problema que afeta homens e mulheres. Sabe-se que, além da herança familiar, hábitos como comer muito sal, viver com estresse, estar com peso acima do ideal, não fazer exercícios e tomar bebidas alcoólicas em excesso, também ajudam a pressão a subir. Assim, evitando-se estes fatores pode-se evitar a hipertensão, mesmo quando existir a tendência hereditária.

Como já colocado, para a maioria dos casos de hipertensão não é possível identificar a causa. Uma boa orientação é conscientizar o paciente hipertenso de que não há cura, mas sim um controle adequado de sua pressão arterial. A exceção a esta regra seriam aqueles casos de hipertensão secundária, onde é possível identificar-se a causa, na maioria das vezes passível de tratamento, em tese, possível a cura.

Existem alguns fatores que definidamente interferem aumentando os níveis tensionais, por exemplo, o hábito de fumar, o uso de bebidas alcoólicas, a obesidade, o 'stress' e a ingestão excessiva de sal. O controle destes fatores é de extrema importância para pressão arterial e devem ser valorizados.

• Descrição
O coração bombeia o sangue através de canais chamados artérias e arteríolas. Estes tubos levam o sangue para todas as partes do corpo. Quando o sangue é bombeado através das artérias, ele é empurrado contra suas paredes; esta pressão do fluxo sangüíneo é chamada pressão sangüínea arterial ou simplesmente pressão arterial.

A pressão arterial varia em diferentes horas do dia e durante as diferentes atividades. A tendência é que ela diminua durante o sono e aumente quando o indivíduo estiver nervoso, aborrecido ou quando estiver fazendo exercícios. A pressão deve ser medida enquanto a pessoa estiver sentada ou deitada.

Se a largura interna das artérias diminuir, haverá maior dificuldade para o sangue passar, e o coração terá que trabalhar mais para bombear o sangue. Assim, com o tempo, o coração vai sendo prejudicado.

• Diagnóstico
O diagnóstico é feito através da medida da *pressão arterial, com a ajuda de um esfigmomanômetro. Existem alguns fatores que alteram a pressão arterial, portanto uma medida isolada da pressão arterial não é suficiente para tal diagnóstico, sendo necessário, quando da suspeita de HA, várias medidas em momentos diferentes do dia. Hoje já existe disponível um sistema de monitorização ambulatorial da pressão arterial, o *MAPA, que torna mais fácil e certo o diagnóstico da HA, no qual alguns pacientes são submetidos durante 24 horas à medida sistemática de sua pressão arterial, durante as várias atividades de seu dia, quando houver a necessidade de indicação médica precisa.

Em termos de valores de pressão arterial, considera-se como normais os valores até 140 para a pressão arterial sistólica ( ou "máxima") de até 90 para a pressão *diastólica ("ou mínima"). A partir destes valores até 159/94 classificam-se como hipertensão limítrofe, e como hipertensão definida os níveis pressóricos superiores ou iguais a 160/95. Apesar destes critérios, sabe-se que quanto maior a pressão arterial (*sistólica ou diastólica) maior será a mortalidade e as complicações associadas.

* MAPA: É a sigla formada das letras do Monitoramento Ambulatorial da Pressão Arterial. Cerca de 30% das pessoas não sabem que têm pressão alta, ou só tem quando medem a pressão no consultório médico, devido ao fator emocional. O MAPA registra as pressões durante um dia inteiro de atividades normais.
* Diastólica: É quando o coração se relaxa para receber o sangue. É o contrário da sístole.
* Sistólica: É quando o coração se contrai para enviar o sangue para todo o corpo.

• Sintomas

O risco de *derrame cerebral, problemas renais e insuficiência cardíaca congestiva aumenta, podendo inclusive afetar a irrigação sangüínea dos olhos (retina). Se comparadas às pessoas com pressão normal, as pessoas com hipertensão não controlada correm o triplo de risco de desenvolver ataque cardíaco congestivo e sete vezes de ter um derrame cerebral.

Ter pressão alta, não é igual a ter 'problema de coração', mas pode ser o primeiro passo. O indivíduo hipertenso tem de três a cinco vezes mais chances de apresentar um acidente vascular cerebral ( derrame ), duas a três vezes mais chance de desenvolver *cardiopatia isquêmica (doença das artérias coronárias como *angina ou infarto), três vezes mais chance de desenvolver claudicação intermitente ( dor em membros inferiores ao caminhar, secundária a obstrução de alguma artéria), e quatro vezes mais chance de desenvolver insuficiência cardíaca ( falha do coração como bomba, levando a falta de ar ) do que o indivíduo normotenso. Portanto, com um bom controle da pressão arterial é possível a prevenção de muitas doenças do sistema cardiovascular.

A hipertensão arterial ou pressão alta é um fator de risco muito traiçoeiro. Ela ataca devagarinho, sem sintomas, você só nota as conseqüências.

O coração fica sobrecarregado, passando a trabalhar mais até perder sua capacidade de contração. A pressão sobre as artérias provoca dificuldades para a circulação do sangue.

Associada a outros Fatores de Risco, seus perigos são ainda maiores.

Uma pressão mais alta que 14 por 9 duas vezes em dias diferentes evidencia a hipertensão

Lembre-se, a orientação médica pode salvar a sua vida!

*Angina : É o termo médico em latim que significa dor no peito, causada pela pouca irrigação de sangue do músculo do coração. Nome dado à dor que antecede ao infarto. Nem todas as vezes que surgem dores no peito é um prenuncio de infarto. A dor no peito suspeita é aquela que surge depois de esforços físicos; dura poucos minutos e vai embora.
* Derrame cerebral: O mesmo que AVC - Acidente Vascular Cerebral
* Cardiopatia isquêmica: Doença do coração. Pode ser congênita ou adquirida.

• Tratamento

O tratamento pode ser medicamentoso e não- medicamentoso. Qualquer que seja a opção, é muito importante obter-se a adesão continuada do paciente às medidas recomendadas.

Recomendações não farmacológicas úteis no tratamento da hipertensão arterial:

- Tratar a obesidade como principal objetivo;
- Reduzir a ingestão de sal para no máximo 5 g por dia;
- Aumentar a ingestão de frutas e verduras, para obter maior ingestão de potássio;
- Limitar a ingestão de álcool a menos de 40mg por dia ( i.e. 1 cerveja ou 1/2 garrafa vinho ou 1 dose de destilado );
- Realizar exercícios físicos regularmente;
- Reduzir a ingestão de gorduras saturadas e carboidratos refinados;
- Parar de fumar.

Do ponto de vista medicamentoso, existe uma gama de medicações eficazes no controle da hipertensão, cabendo ao seu médico a escolha de uma ou mais drogas, de acordo com a gravidade e com as patologias associadas . É fundamental que o tratamento medicamentoso seja feito sob orientação médica.

• Alimentos a serem evitados
Enlatados, presunto, mortadela, salsicha, lingüiça, carne de sol, chocolate, maionese, frituras, alimentos muito salgados e refrigerantes normais ou diet.

• Exercícios Físicos
Uma forma agradável de se cuidar. Atividade física fortalece o seu organismo e relaxa, pois faz com que você se distraia. Além disso, ajuda a reduzir o triglicérides, o colesterol, combater o diabetes e a obesidade. Praticando exercícios regularmente (no mínimo 3 vezes por semana) você diminui bastante os riscos de pressão alta. Algumas pessoas até deixam de ser hipertensas apenas com práticas de exercícios.

- Caminhar
- Pedalar
- Dançar
- Jogar

Obs: Se você for caminhar... Comece com caminhadas de 15 a 30 minutos diários de uma vez ou dividido em 3 vezes de 10 minutos ao dia.

• Probabilidade.
Quem tem maiores chances de ter hipertensão?

A pressão alta ou hipertensão pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum nos adultos e nos idosos. Além disso:
- É mais freqüente na raça negra
- Aumenta com a idade
- É mais comum em homens com até 50 anos
- Em mulheres após os 50 anos
- Ocorre mais em diabéticos
- Principalmente em pessoas que já tiveram casos na família
Doenças Cardiovasculares

Estão entre as doenças que mais matam no mundo.

Uma das principais doenças cardiovasculares é o infarto do miocárdio, causado pela arteriosclerose, que é o entupimento das artérias pela formação de placas duras e gordurosas em seu interior, dificultando a livre circulação de sangue do coração para as outras partes do corpo.

Essa doença conta com vários fatores de risco:
• Excesso de peso;
• Hipertensão arterial;
• Estresse;
• Sedentarismo;
• Diabetes;
• Fumo;
• Elevação do colesterol;
• Hereditariedade;
• Idade;
• Sexo (a incidência é maior entre os homens);
• Menopausa.
Arteriosclerose

É o mesmo que ateroesclerose. Envolve o depósito de gorduras (colesterol) cálcio, fibrina na camada interna das artérias. Palavra de origem grega que significa artérias endurecidas.
Ataque Cardíaco ou Infarto do Miocárdio

É quando parte de seu coração não recebe oxigênio em quantidade suficiente, causando a morte do músculo cardíaco chamada miocárdio.
A área que fica necrosada (morta) porque ficou sem sangue. A Isquemia é a falta de sangue. O infarto do miocárdio causa uma isquemia no coração.
OS DEZ MANDAMENTOS para evitar as doenças do coração e manter uma vida saudável
1 - Diga não à obesidade e controle o seu peso
2 - Consulte o seu médico periodicamente
3 - Meça a sua pressão arterial com freqüência
4 - Diga não ao fumo
5 - Verifique a quantidade de sal nos rótulos dos alimentos
6 - Diga não ao sedentarismo. Pratique esportes
7 - Escolha bem os alimentos
8 - Saiba se é diabético e se tem colesterol alto
9 - Evite o estresse
10 - Ame a vida e o seu coração
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Osteoartrite
Osteoartrite nas articulações que sustentam o peso corporal. O peso corporal excessivo sobre as articulações, principalmente joelhos e quadris, resultam em desgaste rápido e dor causada pela inflamação. Da mesma forma, os ossos e músculos das costas são constantemente prejudicados resultando em problemas de hérnia de disco, dor e redução da mobilidade.
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Apnéia do Sono / Problemas Respiratórios
É a interrupção do padrão normal de sono associada aos atrasos repetidos na respiração.

Depósitos de gordura na língua e pescoço podem causar uma obstrução intermitente na passagem de ar. Como essa obstrução aumenta ao dormir de costas, você pode acordar com freqüência para se reposicionar. Geralmente, a perda de sono, causa sonolência durante o dia e dores de cabeça.
Apnéia do Sono

Freqüentemente associada à obesidade, quem tem esse problema costuma roncar muito enquanto dorme, acordando com a sensação de estar sufocado.

Por dormir mal a noite, a pessoa tem muito sono durante o dia. Isso pode deixá-la irritada, mal humorada e deprimida.

Também pode causar complicações no coração e nos pulmões.
Síndrome de Pickwickian (Apnéia do Sono)

A Síndrome de Pickwickian é uma condição relacionada a Apnéia do Sono.

Em 1837 Charles Dickens, sem dúvida descreveu o primeiro paciente de apnéia do sono em "Os Escritos Póstumos do Clube de Pickwick". Um de seus personagens (Joe) era descrito como segue: "...e no caixote sentou-se um garoto gordo e de rosto vermelho em estado de sonolência".Há diversas outras referências no livro de Dickens a esse personagem sugerindo que ele tinha de forma severa apnéia do sono:

1."Joe - que droga aquele garoto, foi dormir novamente".
2.Em resposta aos tiros de enormes armas em um exército militar, "todas as pessoas estavam excitadas exceto o garoto gordo, e ele dormia profundamente como se o barulho do canhão fosse a sua canção de ninar... senhor, será que é possível beliscá-lo na sua perna, nada mais o acorda".
3."Joe ronca enquanto espera a mesa... o ronco do garoto penetrou como um baixo e monótono som vindo distante da cozinha".

Em 1918, Sir Willian Osler usou o termo "Pickwickian" para referir-se a paciente obeso e sonolento. Em 1956, Dr. Burwell e colaboradores, descrevendo paciente severamente obeso, hipersonolento com insuficiência cardiorespiratória, utilizaram o termo "Síndrome de Pickwickian".

Em 1965, na França, Dr. Gastault e colaboradores fizeram a importante observação de que pacientes tido como "Pickwickian" apresentavam repetidos epsódios de apnéia durante o sono. A seguir, Dr. Kuhlo e colaboradores em 1969 objetivaram importante melhoria destes pacientes após traqueostomia. Este fato consolidou o conceito de que a apnéia do sono ocorre com conseqüência de obstrução ou colapso da via aérea durante o sono.

Em 1978, Dr. Jhon Remmers descreveu a interação entre sono, músculo da caixa torácica e da via aérea superior, a qual elucidou grandemente a razão do colapso da via aérea superior durante o sono, ocasionando o que atualmente denomina-se Apnéia Obstrutiva do Sono (AOS).

Em 1981, os Drs. Sullivan, Berthon-Jones, Issa e Eves, da Universidade de Sidney, Austrália, publicaram o resultado de pacientes portadores de Apnéia Obstrutiva do Sono tratados com uma prótese ventilatória denominada de CPAP ( Pressão Positiva Contínua da Via Aérea ), iniciando assim , o método mais comum e eficiente para o tratamento dessa doença.

Manual do Sono

Saiba tudo sobre o sono.
Passamos cerca de um terço de nossa vida dormindo. Dormir bem é essencial...

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Refluxo Gastroesofágico / Azia
O ácido pertence ao estômago e, raramente, causa algum problema quando permanece lá. Quando o ácido volta o esôfago, por meio de refluxo, o resultado é chamado de refluxo gastroesofágico, sendo que a "azia" e a indigestão são sintomas comuns. Aproximadamente de 10 a 15% dos pacientes com sintomas, até mesmo, leves e esporádicos de azia desenvolverão uma condição chamada de "esôfago de Barrett", que é uma mudança pré-maligna na membrana de revestimento do esôfago, uma causa de câncer esofágico.
Azia

Azia, também conhecida como "refluxo gastroesofágico", ou simplesmente refluxo, é a sensação de queimação causada pelo retorno do suco gástrico para o esôfago. Quando comemos, os alimentos percorrem o esôfago e, antes de chegar ao estômago, atravessam o esfíncter esofágico inferior que deve manter-se fechado após a passagem do bolo alimentar para impedir que os ácidos digestivos refluam pelo esôfago acima. Às vezes, porém, os músculos desse esfíncter perdem a elasticidade e permanecem abertos, permitindo o refluxo que causa dor e a queimação típica da azia.
Geralmente, a a